CERTIFICAÇÃO DE PARTICIPAÇÃO DE 5 hs
ATIVIDADES EM LIBRAS REALIZADAS EM SALA DE AULA NO ENSINO FUNDAMENTAL EM TURMAS BILÍNGUE COM ALUNOS SURDOS.
Seja bem vindo ao meu blog.
Neste espaço, você poderá conhecer atividades adaptadas para Educação de Surdos. Além disso, você terá oportunidade de conhecer um pouco mais sobre meu trabalho. Lembrando que todas as atividades aqui postadas são criadas, adaptadas ou reelaboradas por By Educando surdos. Espero de coração poder auxiliar os profissionais que possuem dificuldades de encontrar materiais para sua pratica pedagógica com educandos (alunos) surdos.
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quinta-feira, 19 de maio de 2016
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Atividades Adaptadas em LIBRAS
OLA, PESSOAL, OLHA A NOVIDADE, LIBRAS EDUCANDO SURDOS, AGORA ESTA PRESENTE NO MUNDO DA INCLUSÃO, É SÓ ENTRAR NO SITE DA REVISTA PARA COMPRAR A SUA, ABRAÇOS E BOM TRABALHO.
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
sábado, 3 de novembro de 2012
domingo, 30 de setembro de 2012
Quantitativo de Surdos no Brasil
FONTE: http://www.feneis.com.br
Dados sobre a exclusão escolar do Surdo
Pelos dados abaixo, pode-se perceber como é de extrema importância e urgência que medidas sejam tomadas no sentido de promover uma verdadeira inclusão escolar dos Surdos, o que implica repensar, também, o que vem a ser uma educação de qualidade para os Surdos, porque não basta a inclusão deles no sistema escolar, eles têm que conseguir ficar e terminar o ensino médio, já que os pouquíssimos que conseguem estudar, apenas 3% terminam o ensino médio:
Censo Demográfico - 2000
| ||
Total c/surdez
|
Idade: 0 -17
|
Idade: 18 -24
|
5.750.805
|
519.460
|
256.884
|
População do município do Rio de Janeiro: 5.551.000;
Censo Escolar2003
|
(MEC/INEP)
| ||
Total Surdosmatriculados
|
Ensino Básico
|
Ensino MédioConcluído
|
EnsinoSuperior
|
56.024
|
2.041
|
344
|
- Total de crianças e jovens surdos (0 - 24) = 766.344;
- Total de Surdos matriculados = 56.024;
- Taxa de analfabetismo (7 - 14) => 28% = 15.686;
- Ensino Médio Concluído => 3% = 2.041;
- Ensino Superior iniciado = 344;
- Ensino Superior na Rede privada => 90%
- Total de Surdos excluídos do sistema escolar = 710.320
- População de Maceió: 723.230
- 55% das crianças surdas são pobres
Diante desses dados, só nos resta perguntar: onde estão os 710.320 Surdos excluídos e como inseri-los no sistema escolar para eles terem chance de uma inclusão social?
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
terça-feira, 15 de maio de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
FENEIS-SP disponibiliza acesso a livros no formato digital
FENEIS-SP disponibiliza acesso a livros no formato digital
A FENEIS-SP disponibiliza três obras acadêmicas em formato digital para download gratuito,
que abrangem diferentes campos do conhecimento relacionados com a Libras.
Para copiá-los basta clicar sobre o título.
A FENEIS-SP disponibiliza três obras acadêmicas em formato digital para download gratuito,
que abrangem diferentes campos do conhecimento relacionados com a Libras.
Para copiá-los basta clicar sobre o título.
![]() | LIBRAS EM ESTUDO: TRADUÇÃO/INTERPRETAÇÃO Autor: Organizadoras: Neiva de Aquino Albres e Vânia de Aquino Albres Santiago Ano de Publicação: 2012 Preço: Distribuição gratuita em versão para download Download: Livro completo Baixar contador: 589 |
![]() | LIBRAS EM ESTUDO: ENSINO-APRENDIZAGEM Autor: Organizadora: Neiva de Aquino Albres Ano de Publicação: 2012 Preço: Distribuição gratuita em versão para download Download: Livro completo Baixar contador: 395 |
![]() | LIBRAS EM ESTUDO: DESCRIÇÂO E ANÁLISE Autor: Organizadores: Neiva de Aquino Albres e André Nogueira Xavier Ano de Publicação: 2012 Preço: Distribuição gratuita em versão para download Download: Lançamento será em julho. Aguardem! Baixar contador: 0 |
Rua das Azaléas, 138 - Mirandópolis (próxima estação do metrô Praça de Árvore) CEP: 04049-010 -
São Paulo/SP Tel: (11)2574-9151 - Fax: (11)5549-3798
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Cursos de LIBRAS e Pós-Graduação Tradução e Interpretação de LIBRAS
Confira os cursos com início em abril/2012 – Aulas quinzenais
PÓS-GRADUAÇÃO EM:
Qualifique-se, atualize seus conhecimentos!
O Instituto CENSUPEG oferece esta oportunidade imperdível!
Curso de PÓS-GRADUAÇÃO nas áreas:
GESTÃO EDUCACIONAL: ADIMINISTRAÇÃO,
SUPERVISÃO E ORIENTAÇÃO
24 X R$ 139,00 (ATÉ O VENCIMENTO)
TRADUÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE LIBRAS
24 X R$ 149,00 (ATÉ O VENCIMENTO)
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO - AEE
24 X R$ 199,00 (ATÉ O VENCIMENTO)
NEUROPSICOPEDAGOGIA E EDUCAÇÃO
ESPECIAL INCLUSIVA
24 X R$ 189,00 (ATÉ O VENCIMENTO)
INSCRIÇÕES ABERTAS!
Reserve sua vaga:http://censupeg.com.br/censupeg_site/
RECONHECIDO PELO GOVERNO FEDERAL (MEC)
CONFORME DECRETO N. 69.599 DE 23/11/1971.
domingo, 27 de novembro de 2011
UPF lança livro introdutório à Língua Brasileira de Sinais
Livro faz parte da Coleção Didática, que divulgará a produção literária, técnica e cientifica de professores e acadêmicos da UPF.

Fará parte da coleção a produção intelectual de caráter pedagógico, dirigida para a formação de profissionais ou alunos de graduação ou de pós-graduação.
Abordar de forma atual, simples e prática a Língua Brasileira de Sinais (Libras) é o objetivo do primeiro livro da coleção Didática, publicado recentemente pela UPF Editora. Estudos da Língua Brasileira de Sinais abre a coleção que pretende divulgar a produção literária, técnica e cientifica resultante do processo de ensino-aprendizagem de professores e acadêmicos da Universidade de Passo Fundo (UPF).
As autoras Andreia Mendiola Marcon, Ângela Mara Berlando Soares, Cristine Fátima Pereira Luna, Monique Giusti Reveilleau e Tatiane de Souza da Anhaia atuam na área e se dedicaram à produção da obra. Segundo o grupo, o livro originou-se da necessidade de ter um material organizado sobre a língua para trabalhar a disciplina de Libras dos cursos de licenciatura da UPF. A obra, entretanto, também poderá ser utilizada por outros meios relativos ao ensino de Libras, associações ou simplesmente para estreitar relações das pessoas ouvintes com as pessoas surdas.
O livro pode ser dividido em dois momentos. O primeiro está organizado em tópicos, constituídos por textos informativos sobre a cultura surda.
O segundo é composto por textos explicativos, os quais apresentam a organização gramatical da Libras, apresentando ilustrações de sinais básicos. Seu conteúdo pode alcançar diferentes leitores: surdos, ouvintes, profissionais que atuam com os surdos, acadêmicos e professores.
O lançamento oficial de Estudos da Língua Brasileira de Sinais será realizado nesta sexta-feira (19/08), no saguão do IFCH, das 18h às 19h.
Na oportunidade, será possível adquirir o livro, que também poderá ser encontrado na Associação de Pais e Amigos dos Surdos de Passo Fundo (Apas), na UPF Idiomas e com as autoras.

(Lançamento do livro será realizado nesta sexta-feira (19/08), no saguão do IFCH, das 18h às 19h / FOTO: REPRODUÇÃO/UPF)
Coleção Didática
A Coleção Didática tem como objetivo a publicação de livros para o ensino de graduação, sem as limitações que muitas vezes caracterizam as obras destinadas a esse segmento. O projeto editorial da coleção pretende contribuir para a melhoria e renovação dos conteúdos do ensino, reunindo a experiência científica e didática acumulada na UPF, tornando-a acessível aos professores e alunos.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Governo lança Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência
Governo lança Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência

Acompanhada do presidente do Senado, José Sarney, do presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, e do secretário Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Antônio José do Nascimento Ferreira, presidenta Dilma Rousseff lança o Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência – Viver sem Limite. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
O governo federal lançou hoje (17) o Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, o Viver Sem Limite, que reúne ações estratégicas em educação, saúde, cidadania e acessibilidade. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que 45,6 milhões de pessoas têm algum tipo de deficiência, o que corresponde a 23,91% da população brasileira. Com o Viver Sem Limite, o governo pretende promover a inclusão social e a autonomia da pessoa com deficiência, eliminando barreiras e permitindo o acesso a bens e serviços.
“Estamos aqui para celebrar a coragem de viver sem limites. É incrível a força que há nas pessoas para vencer desafios e superar limites”, disse a presidenta quando retomou o discurso interrompido pela emoção.
Dilma Rousseff chorou no início da cerimônia realizada no Palácio do Planalto para lançamento do Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência ao comentar as presenças das filhas do deputado Romário e do senador Lindbergh Faria.
No discurso, a presidenta ressaltou a importância da autonomia na vida das pessoas com deficiências. E defendeu que todos os brasileiros tenham condições de desenvolver todas as suas potencialidades.
“São brasileiros que podem realizar plenamente seus sonhos individuais, mas podem e devem ajudar a concretizar o nosso sonho coletivo”, afirmou.
Segundo a ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário, o Viver Sem Limite articula e organiza ações já desenvolvidas no âmbito do governo federal, que foram aprimoradas e fortalecidas para eliminar barreiras e permitir o acesso da população com deficiência a bens e serviços.
“É o reconhecimento da responsabilidade do Estado brasileiro, uma responsabilidade irrenunciável”, disse a ministra.
O secretário Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Antônio José do Nascimento Ferreira, explicou que o Viver Sem Limite tem metas para serem alcançadas até 2014, com previsão orçamentária de R$ 7,6 bilhões. As ações previstas serão executadas em conjunto, por 15 órgãos do governo federal, sob a coordenação da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
Educação -- Na área da Educação, por exemplo, o plano prevê a ampliação do acesso dos alunos com deficiência à escola, saltando de 229.017 para 378 mil o número de crianças e adolescentes nas salas de aula. Outra medida é adequar as escolas públicas e as instituições federais de ensino superior às condições de acessibilidade.
O Viver Sem Limite determina ainda a implantação de novas salas de aula com recursos multifuncionais e a atualização das salas já existentes, e a oferta de até 150 mil vagas para pessoas com deficiência nos cursos federais de formação profissional e tecnológica.
Saúde – No chamado eixo Saúde, está prevista a ampliação e qualificação da triagem neonatal com a inclusão de dois novos exames no teste do pezinho, além da implantação completa do exame em todos os estados até 2014. O plano também estabelece a implantação de 45 centros de referência em reabilitação, garantindo atendimento das quatro modalidades: intelectual, física, visual e auditiva.
Outra medida refere-se ao atendimento odontológico, com um aumento em 20% no financiamento do SUS para 420 centros de especialidades odontológica. O governo também pretende formar 660 novos profissionais de saúde em órteses e próteses até 2014 para atuar nas oficinas ortopédicas que serão criadas. A expectativa é aumentar em 20% o fornecimento de órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção.
Inclusão social – O trabalhador que perder o emprego voltará a receber o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A garantia está no Viver Sem Limite, que também permite que a renda da aprendizagem seja acumulada com a do BPC. Outra ação prevê a busca ativa e o encaminhamento ao mercado de trabalho de 50 mil beneficiários.
Acessibilidade – O eixo Acessibilidade prevê a construção e 1,2 milhão de moradias adaptáveis pelo programa Minha Casa, Minha Vida 2. As obras de mobilidade urbana da Copa do Mundo 2014 e do PAC 2 também serão adaptadas aos portadores de deficiências.
Veja mais apresentações do Blog do Planalto
Outras medidas preveem a implantação de cinco centros tecnológicos de formação de instrutores e treinadores de cães-guias, microcrédito pelo Banco do Brasil para aquisição de produtos de tecnologias assistivas no valor de até R$ 25 mil e juros de 0,64 ao mês e desoneração tributária de R$ 609,84 milhões até 2013 sobre esses produtos.
sábado, 15 de outubro de 2011
Professora da rede é destaque em seminário de Inclusão Educacional
Professora da rede é destaque em seminário de Inclusão Educacional
A professora Laura Serpa, do CEI Sementinha, foi destaque no 1º Seminário de Inclusão Educacional da Pessoa Surda e Surda-Cega realizado em Mogi das Cruzes (São Paulo), ao ser convidada para realizar a palestra "O Aprendizado do Educando Surdo". Baseou-se no processo de letramento chamado bilingüismo, que está sendo aplicado em um aluno surdo do CEI Sementinha. Além disso, também foram abordados temas relacionados como as adaptações realizadas no CEI, bem como a inclusão dos alunos surdos em séries iniciais da rede municipal de ensino.
O tema central do seminário foi refletir sobre a formação e acompanhamento do trabalho realizado com os alunos surdos e surdo-cego, com vistas ao acesso e uma comunicação efetiva, no entendimento das questões ligadas à cultura surda; às políticas e práticas educacionais inclusivas; didáticas ao perfil dos profissionais intérpretes; professores bilíngüe; instrutores e profissionais da LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais).
O tema central do seminário foi refletir sobre a formação e acompanhamento do trabalho realizado com os alunos surdos e surdo-cego, com vistas ao acesso e uma comunicação efetiva, no entendimento das questões ligadas à cultura surda; às políticas e práticas educacionais inclusivas; didáticas ao perfil dos profissionais intérpretes; professores bilíngüe; instrutores e profissionais da LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais).
A palestra se baseou no processo de letramento chamado bilingüismo, que está sendo aplicado em um aluno surdo do CEI Sementinha" .Também abordaram a acessibilidade no que no tange à comunicação, a necessidade de estruturação da legalização da LIBRAS e as informações sobre a situação atual da mesma nas escolas da região do Alto do Tietê.
Contato imprensa:
Ângela Domingues
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Educação
(47) 3431.3014 / 8818.1928
Literatura em Libras estimula inclusão e desenvolvimento de crianças surdas
12/10/2011 14h38 - Atualizado em 12/10/2011 16h37
Histórias impressas e vídeos em Libras instigam memória e vocabulário.
"Realfabetização" dos pais é importante para a criança se sentir acolhida.
Fernanda Brescia Do G1 MG
Com quatro anos, Fabrizzio Castro já sabe ler, escrever e chama a atenção como contador de histórias. A mãe dele, Fernanda Soares, credita o desenvolvimento ao intenso contato da criança com literatura. O menino, que é surdo desde o nascimento, é apaixonado por livros e DVDs infantis e chega a pedir os artigos como presente em datas comemorativas ao invés de brinquedos.
"Ele prefere livros a carrinhos", diz Cláudia Soares, avó de Fabrízzio Castro (Foto: Fernanda Brescia/G1)
Histórias em formato impresso ou digital estimulam o vocabulário e o ganho de habilidades para crianças surdas. As narrativas traduzidas ou adaptadas para a Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) são ainda mais indicadas, segundo especialistas. Para a professora e coordenadora do Núcleo de Libras da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Elideia Bernadino, o contato com a Libras deve ser incentivado desde cedo. “O quanto antes [a criança] tiver contato com a Libras, melhor pra ela, porque vai ajudar no desenvolvimento cognitivo e ela vai adquirir uma língua cedo. O aprendizado da Libras não vai interferir no aprendizado do português”, afirma.
Ainda segundo a pesquisadora, as expressões corporais e faciais do intérprete que conta uma história transmitem sentimentos que ajudam na integração e no desenvolvimento das crianças da comunidade surda. “Vários surdos falam comigo: ‘português não tem emoção como a Libras’. O texto escrito é uma coisa fria para uma pessoa que não domina a língua. Na Libras, a criança sente a emoção narrada”, disse.
Fabrizzio, que é filho de surdos, teve contato com a Libras desde o nascimento. “Desde os primeiros meses, ele já é sinalizado. Ele falava ‘mamãe’ e ‘papai’ usando sinais. Hoje, ele está começando a aprender o português”, relatou a avó do menino, Cláudia Soares.
Aos quatro anos, Fabrízzio, que é filho de surdos, se comunica em Libras e está aprendendo Português (Foto: Fernanda Brescia/G1)
Mãe e avó de surdos, Cláudia acompanhou a evolução da literatura deste segmento nas duas últimas décadas. “Antes não se usava Libras, era tudo oralizado”, disse. Cláudia conta que a filha dela, Fernanda Soares, sofreu muito quando era criança. “Eu lembro que eu tinha um livro da Branca de Neve. Eu mostrava, contava do meu jeito em português e ela não entendia nada. Ela era oralizada, mas não sabia nem Libras, nem português. Ela chorava porque não compreendia e eu queria que a menina falasse, né”, disse.
Segundo Cláudia, antigamente, a surdez era vista como doença e os surdos não eram acolhidos como hoje. Ela relatou que tinha 18 anos quando descobriu que a filha Fernanda, com cinco meses, era surda, mas não aceitava. “Eu teimava pra ela falar ‘copo’, mas ela não entendia. Era difícil construir uma história, uma frase”, disse. “Quando ela dominou a Libras, aos 16 anos, passou a dar significado para as coisas”, completou. “Às vezes ela me perguntava ‘o que é isto?’ e eu não conseguia passar pra ela. Com o Fabrizzio, o retorno é imediato. Tenho várias formas para mostrar para ele. A comunicação é 100%. Com a Fernanda, não chegava aos 50%”, conta.
Vários surdos falam comigo: ‘português não tem emoção como a Libras’. O texto escrito é uma coisa fria para uma pessoa que não domina a língua. Na Libras, a criança sente a emoção narrada"
Elideia Bernadino, coordenadora do
Núcelo de Libras da UFMG
Núcelo de Libras da UFMG
Para Cláudia, o reconhecimento da Libras como língua foi importante tanto para o avanço da literatura voltada para surdos, quanto para o desenvolvimento de outras áreas do conhecimento e pesquisas. Segundo informações da Federação Nacional de Educação e Integração de Surdos (Feneis), atualmente, cerca de 3% da população brasileira apresenta algum tipo de deficiência auditiva. Em 2002, o governo federal reconheceu a Libras como a língua oficial a ser utilizada pelos surdos, por meio da Lei 10.436.
Para a pesquisadora da UFMG Elidea Bernardino, é essencial que a família da criança surda aprenda Libras para que ela se sinta incluída. “A maioria dos surdos têm pais ouvintes, 90%, 95%. Um número muito pequeno de crianças surdas tem contato com surdos no início. Assim que uma criança surda nasce, os familiares ouvintes têm que ser ‘realfabetizados’”, diz.
Neste sentido, também é importante que os pais e familiares criem estratégias para incentivar as crianças a ler e se integrar. “Conheço um pai que, para criar o gosto pela leitura, começava a ler pra ele [para o filho] e, quando a história chegava ao clímax, ele fechava o livro, entregava para o menino e falava: ‘agora, você vai ler’. Aí, ele [a criança] ia começando a ler a história toda, entendendo melhor o português, ia curioso”, contou.
Segundo Elidea, narrativas elaboradas para as crianças surdas também devem ter elementos do português para que os pais compreendam e transmitam a mensagem aos filhos. “A história geralmente é sinalizada e tem legendas para os familiares entenderem o que é falado. O objetivo é chegar ao surdo pela sinalização e não pela legenda. Por isto, até a posição da leitura é diferente, pois a criança tem que ver o rosto de quem conta”, reflete a pesquisadora.
Para ela, histórias também são importantes para o desenvolvimento de habilidades como a memória e a noção de princípio, meio e fim, essencial para a compreensão de passado, presente e futuro. Cláudia e Fernanda, avó e mãe de Fabrízzio, investem em jogos e brincadeiras. ”A memória do surdo é visual. Um quebra-cabeça com 80 peças ele [Fabrizzio] monta em segundos. No jogo da memória, então, ele ganha de qualquer um”, diz Cláudia.
"No jogo da memória, então, ele ganha de qualquer um", diz Cláudia Soares sobre o neto Fabrizzio (Foto: Fernanda Brescia/G1)
Mercado
No Brasil, o mercado literário tem crescido para atender a demanda da comunidade surda, especialmente das crianças, mas as iniciativas ainda não atendem a todos, segundo especialistas. “Me parece que ações governamentais são muito tímidas em relação a isto. Vejo que há muito barulho e pouca luz”, disse Astomiro Romais, diretor da Editora da Ulbra.
Geralmente, as narrativas publicadas por editoras são adequadas para o universo da comunidade surda. Temas como a interação entre surdos e ouvintes, a maneira como o surdo enxerga o mundo e a relação dos parentes ouvintes com o único surdo da família são recorrentes na literatura do gênero. A adaptação de livros clássicos também aparece com frequência nas prateleiras das livrarias e das videolocadoras.
Cinderela Surda perde a luvinha, ao invés do sapato de cristal (Foto: Editora da Ulbra)
Segundo o editor-assistente da Editora da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), Roger Kessler, a iniciativa é inclusiva e tende a gerar aproximação entre crianças surdas e ouvintes. “A tendência tem sido esta, de lançar livros com personagens consagrados do imaginário infantil”, diz. Para o diretor da editora, Astomiro Romais, também é importante que a história tenha elementos do universo surdo. Um dos livros lançados em 2003 pela empresa, Cinderela Surda, reconta a fábula da moça que encontra o príncipe depois da meia noite e vive feliz para sempre. Neste caso, a princesa perde a luva e não o sapatinho de cristal. “A intenção é valorizar a questão da própria mão como elemento da comunicação, elemento fundamental da linguagem visual”, reflete.
A avó de Fabrizzio, Cláudia Soares, diz que o menino tem uma coleção de artigos de literatura em casa. “Fabrizzio tem muitos livros, DVDS imensos, tem histórias da Turma da Mônica em Libras, do Pinóquio. Hoje, é muito vasto o material em Libras. Há livrinhos, quebra-cabeça, dominó, jogo da memória. Então, tem muita coisa pra construir este vocabulário, este mundo da Libras”, conta. Ela diz que um dos livros do menino reconta a história dos Três Porquinhos. Na versão, quando o Lobo Mau toca a campainha, o equipamento ativa as luzes da casa para que os porquinhos surdos abram a porta, ao invés de emitir um som. Segundo ela, o garoto também tem livros não traduzidos. “Quando eu compro um livro de história comum, ele vê a gravura e quer saber se a casa é grande, pequena, qual é a cor. Ele fica olhando para a gravura e pra mim para que eu explique cada página em Libras. É tudo gestovisual”, diz.

Para Cláudia, o fato de a criança conhecer o personagem, ajuda no aumento do vocabulário e na efetividade da comunicação. “Ele conhece os personagens, sabe que o Cascão não gosta de tomar banho. Com muita certeza é aprendizado porque dali ele imagina outras histórias”, diz. (Veja, ao lado, um trecho de uma história da Turma da Mõnica em Libras). Ela também critica a resistência das editoras a publicar narrativas inéditas. “Acho que falta capacitação em Libras”, afirma.
A Editora Arara Azul também adapta clássicos da literatura universal para a Libras e o carro-chefe do gênero na empresa são os vídeos com intérpretes que acompanham o material impresso. “Nosso foco é trazer para a língua de sinais um pouco da tradição literária da humanidade. As pessoas surdas são em sua essência biculturais, já que vivem no mundo dos ouvintes e da comunidade surda, quando possível. Assim, como qualquer criança, é importante ter contato com o mundo da imaginação”, diz a gerente editorial e de projetos da editora, Clelia Regina Ramos.
Em 2003, a editora lançou o primeiro livro da coleção digital bilíngue português/Libras, "Alice no País das Maravilhas", com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj). Acesse o site da Editora Arara Azul para ter acesso à parte da história.
Narrativa do clássico Alice no País das Maravilhas tem elementos para atender às crianças surdas e aos pais ouvintes (Foto: Editora Arara Azul)
Tanto na Arara Azul quanto na Editora da Ulbra, o trabalho de “tradução” e adaptação das narrativas é feito com a participação de surdos.
O Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines) produz vídeos com histórias narradas por pessoas caracterizadas como os personagens. Assista a um trecho da história da Chapeuzinho Vermelho.
Família e escola
Família e escola
Para que as crianças surdas não sofram nenhuma defasagem, é essencial o incentivo dos familiares, segundo especialistas. “Eles têm que quebrar as barreiras da comunicação. A maioria dos pais não aprende Libras e delega para a escola a função de educação do surdo. Poucos se dedicam a buscar uma comunicação efetiva com os filhos”, diz Elidea. A pesquisadora conta que já teve que interferir no diálogo entre uma adolescente surda e a mãe dela, que não conhecia a linguagem de sinais e pediu ajuda para convencer a menina de que ela não deveria sair sozinha à noite. “Ele [o surdo] acaba ficando isolado. Normalmente, uma pessoa aprende e passa a ser o interlocutor na família. Os pais falam para o irmão traduzir”, completa.
A pedagoga e professora de nível médio Luciana Freitas coordena um curso de Libras para familiares de surdos em Belo Horizonte e diz que a maioria dos pais têm resistência para aprender a nova língua. “Eles querem que o filho fale, querem que eles ouçam. Ainda mais agora com o implante coclear, as próteses”, diz. Ela aponta a importância do esforço dos pais para que as crianças tenham a Libras como língua materna. “É importante que a criança tenha uma referência. Com seis meses, ela já vai balbuciar alguns sinais”, diz.
Eles têm que quebrar as barreiras da comunicação. A maioria dos pais não aprende Libras e delega para a escola a função de educação do surdo"
Elidea Bernardino, coordenadora
do Núcleo de Libras da UFMG
do Núcleo de Libras da UFMG
De acordo com Luciana, todos os alunos de uma instituição em que ela lecionou, tinham mais contato com Libras na escola do que em casa. Ela diz que a instituição recebia livros do Ministério da Educação (Mec). “Geralmente, a escola dá um kit para o aluno com caderno, lápis e um kit literário. Alguns livrinhos eles [os alunos] podem levar. Mas, em casa, geralmente é usada a língua oral mesmo”, falou. Ainda segundo a pedagoga, alguns dos materiais didáticos também eram integrados à biblioteca local. “Na medida do possível a gente está assistido, mas poderia ter muito mais [materiais]. Acho que é uma área nova, que está caminhando”, disse.
De acordo com o Ministério da Educação (MEC), estudantes surdos matriculados em escolas públicas recebem materiais didáticos impressos em Língua Portuguesa acompanhados por um CD em Libras. Ainda de acordo com o ministério, em 2006, 33 mil exemplares do livro didático de alfabetização acessível em Libras foram disponibilizados para as instituições do país. Em 2007 e 2008, foram distribuídos 463.710 exemplares da Coleção Pitanguá acessível em Libras (Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, Geografia e História) para alunos dos anos iniciais do Ensino Fundamental. Em 2011, 254.712 exemplares da Coleção Porta Aberta – FTD, acessível em Libras, foram enviados às escolas, de acordo com o ministério. Exemplares do Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngue: Libras, Português e Inglês e materiais para a capacitação de professores e educadores também são disponibilizados, de acordo com o Mec.
Para Cláudia Soares, avó e mãe de surdos, ainda faltam investimentos por parte dos governos e do mercado literário para que haja aumento da divulgação e disponibilização de materiais em Libras e audiovisuais. “É uma luta, é muito esforço de estar querendo o melhor mesmo. Nossas autoridades têm que fazer mais pelos surdos. Não falo que são especiais; eles são capazes, competentes”, diz ela. “A criança surda precisa ter a língua materna dela, a Libras, numa escola regular. A gente defende a escola bilíngue, mas a gente não tem”, afirma.
Segundo dados do MEC, no ano passado, 70.823 estudantes com surdez e com deficiência auditiva foram matriculados na Educação Básica, sendo 33.372 estudantes com surdez severa e profunda e 37.451 com deficiência auditiva. Deste total, 22.249 estudantes com surdez e 30.251 com deficiência auditiva estão matriculados nas escolas comuns de ensino regular, representando um total de 52.500, ou 74%.
Nas escolas regulares, os surdos têm aulas com os alunos ouvintes e uma intérprete. Em Minas Gerais, estes estudantes contam com salas de estudos e acompanhamento de profissionais, segundo a Secretaria de Estado e Educação.
A gerente editorial e de projetos da Editora Arara Azul, Clelia Regina Ramos, ressalta que o surdo tem direito a ter todos os materiais que as outras pessoas têm traduzidos para a Libras, mas o material ainda é caro. “É trabalho com multimídia, os profissionais são caros, tem filmagem”. Ela aponta a necessidade de mais investimentos e parcerias para que o setor cresça.
(O trecho do vídeo da Turma da Mônica foi cedido pela Maurício de Souza Produções).
domingo, 11 de setembro de 2011
domingo, 28 de agosto de 2011
domingo, 24 de julho de 2011
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Artistas Pintadores Surdos
Artistas Surdos:
- Fernanda Machado (Surda. formada em Belas Artes na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e Letras-Libras pelo Ensino à Distância da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Está estudando o mestrado em tradutor/intérprete. Artista plástica e poetisa surda. Está fazendo o papel de atriz no filme “O Caso de LIBRAS")
.
- Mauricio Damasceno, surdo artista plástica como desgin gráfico (site: http://facebook.com/mauricio.damasco).
- Sérgio Júnior, surdo artista plástica como desgin gráfico (site: http://facebook.com/sergiobljr).
- Candy Uranga, surda artista plástica (site: http://facebook.com/candy.uranga).
- E mais talentos surdos na área da Artistas plásticas, pintores e designers.
FONTE; http://www.portalid.com.br/
Direitos e Deveres | Intérprete
Sendo assim os ILS devem se apresentar, por meio das redes sociais, ou outras maneiras, dizer, por exemplo, como/onde aprendeu a Libras, em qual organização (empresa/entidade) trabalha, há quantos anos está atuante. Alguns intérpretes já são conhecidos, mas outros ainda não.
Outro fato relevante é que o ILS tenha uma agenda aberta, para que o surdo possa fazer sua solicitação, informando o local ao qual o intérprete irá acompanha-lo.
O intérprete pode atender aos surdos em todos os momentos e locais em que seja necessário. Podendo tratar-se de um atendimento na saúde, em um evento ou em outros locais, pois os surdos têm encontrado um grande empecilho com relação à comunicação.
Apresento-lhes um casamento, em que o casal é surdo e o padre também, logo o profissional faz a interpretação-voz (interpreta da Libras para o português), na verdade são dois intérpretes atuando e na igreja estão uns 400 convidados, entre familiares e amigos, assista ao vídeo no YouTube
( http://www.youtube.com/watch?v=yHPDO6KnIJk )
( http://www.youtube.com/watch?v=yHPDO6KnIJk )
A maior parte das vezes o padre é ouvinte, e precisa de um intérprete para se comunicar com o casal surdo.
Outro exemplo foi à colação de grau, da turma de 2006 do curso de Licenciatura em Letras-Libras, da UFSC, no pólo USP, e lá tiveram acesso aos discursos e toda a programação por meio de um intérprete de Libras.
Poucos cidadãos comuns conhecem este profissional, mesmo em locais públicos, o desconhecimento é tanto que acaba trazendo um problema para os surdos, que têm ainda menos acessibilidade nesses locais. Até mesmo instituições de ensino devem se adequar à necessidade do estudante surdo, que tem o direito a um intérprete durante o curso.
Os surdos enfrentam muitas dificuldades para conseguir um profissional intérprete que os acompanhe em locais públicos.
Aconteceu um caso, em que duas surdas foram à uma clínica médica, e o médico não permitiu a presença deste profissional.
Aconteceu um caso, em que duas surdas foram à uma clínica médica, e o médico não permitiu a presença deste profissional.
Existe outro caso de um estudante surdo, que não gostou dos serviços prestados pelo intérprete, em determinado curso/disciplina, e procurou a direção da instituição, que negou a troca por outro intérprete.
Reafirmo assim, que o surdo, enquanto cliente, tem o direito de conhecer o profissional que irá prestar serviços para ele, e caso não avalie bem os serviços deste profissional deve ser atendido e o profissional ser substituído por outro, dentro das limitações de cada local.
Existem eventos, por exemplo, em que os surdos vão participar e ao chegar lá encontram intérpretes dos quais não gostam do trabalho.
Uma verdade é que as instituições, entidades, comissões organizadores de eventos e outros, devem pedir indicações de intérpretes aos surdos, pois os surdos que são os interessados.
Os surdos querem entender o que está sendo dito, e conhecem profissionais e entidades idôneas, que poderá indicar para a contratação. Eles precisam saber com detalhes quem é o profissional contratado para atendê-los. Isso é justificado, pois são diversos tipos de surdos, e cada qual com sua identidade e forma de comunicar-se, e existem intérpretes que não admitem ter que se adequar ao seu cliente, buscando trabalhar da maneira que sempre fez, de acordo com o seu desejo, ignorando uma solicitação daquele cliente específico, com uma identidade específica e com uma forma de comunicação específica.
Os surdos devem ter seu direito de ser atendido por um profissional ILS em todos os locais que necessitar estar.
E então, como encontrar um profissional para acompanhar ao surdo?
Joel Barbosa responde indicando o sitio:
Contatos para intérpretes especializados: http://tilsunicamp.blogspot.com
Para localizar o intérprete mais próximo ao local que você precisa, acesse ao sitio de Mapeamento de ILS em todo o Brasil: http://maps.google.com.br/maps/ms?ie=UTF8&hl=pt-BR&msa=0&msid=107149423476212367591.00047c959693c463514c6&source=embed&ll=-22.600056,-47.875274&spn=44.419463,47.900391
Visite também a associação de intérpretes do estado de São Paulo:
Ou fala por email:
betinhafigueira@terra.com.br
Será ótimo conhecer todos os intérpretes do nosso Brasil
Texto: Celso Badin
Revisão: Joel Barbosa
FONTE; http://www.portalid.com.br/
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O MUNDO ENCANTADO EM LIBRAS
O mundo encantado em libras nasceu a partir da vontade de levar os contos em libras, músicas infantis e narração de histórias para os mais diversos profissionais em contato com crianças surdas a fim de contribuir com seu trabalho. As professoras Neiva e Vânia de Aquino desenvolveram pesquisas de sinais de personagens de histórias, das atividades sobre teatro-narrativa e a arte de contar histórias em libras.
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O Valor de Ser Educador
Ser transmissor de verdades, de inverdades...
Ser cultivador de amor, de amizades.
Ser convicto de acertos, de erros.
Ser construtor de seres, de vidas.
Ser edificador.
Movido por impulsos, por razão, por emoção.
De sentimentos profundos,
que carrega no peito o orgulho de educar.
Que armazena o conhecer.
Que guarda no coração, o pesar
de valores essenciais para a felicidade dos “seus”.
Ser conquistador de almas.
Ser lutador, que enfrenta agruras,
mas prossegue, vai adiante realizando sonhos,
buscando se auto-realizar,
atingir sua plenitude humana.
Possuidor de potencialidades.
Da fraqueza, sempre surge a força.
Fazendo-o guerreiro.
Ser de incalculável sabedoria!
Pois “o valor da sabedoria é melhor que o de rubis”.
É...Esse é o valor de ser educador.
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